UHE Igarapava
Monitoramentos

LIMNOLÓGICO

Um programa de monitoramento ambiental pode ser definido como a tentativa de identificar mudanças nas variáveis bióticas e abióticas de maneira a gerar propostas de manejo para viabilizar o uso futuro dos recursos existentes. Inserido nesse contexto, o monitoramento limnológico trata especificamente da qualidade da água dos ecossistemas aquáticos (rios, lagos, lagoas), assim, abrange tecnicamente a coleta periódica associada à análise de dados e informações de qualidade da água para propósitos de efetivo gerenciamento dos ecossistemas aquáticos. Entre as variáveis limnológicas utilizadas na avaliação da qualidade da água, as quais são diretamente influenciadas pelo uso do solo na bacia de drenagem, destacam-se os parâmetros físicos, químicos e biológicos. Por exemplo, as concentrações de fósforo, nitrogênio, oxigênio dissolvido indicam a qualidade do meio químico. A clorofila e a cianobactérias indicam a qualidade do meio biológico, bem como os valores de condutividade, cor, turbidez indicam a qualidade do meio físico.  Os padrões de aceitação e classificação da água são comumente encontrados em legislação ambiental definida que dá bases e diretrizes a fim de saber que a água poderá ser utilizada ou mesmo se a água já utilizada poderá ser devolvida ao meio ambiente. Assim temos o a deliberação Normativa do COPAM nº 10 de 16/12/1986. Deve-se, também, observar a Resolução CONAMA nº 274, de 29 de novembro de 2000 para balneabilidade e CONAMA Nº 357/2005que dispõe sobre a classificação dos corpos de água e diretrizes ambientais para o seu enquadramento, bem como estabelece as condições e padrões de lançamento de efluentes, e dá outras providências. As alterações na qualidade da água dos ecossistemas podem ser causadas por processos predominantemente naturais ou antropogênicos e o acompanhamento rigoroso é importante, pois a classificação da agua pode determinar o seu uso ou não. Desta forma a usina de Igarapava realiza 04 campanhas anuais a fim de gerar dados que possam nos dizer quais os padrões de potabilidade da água utilizada para a geração de energia elétrica, estas campanhas geram relatórios que serão utilizados para estudos e como um histórico da qualidade da água do reservatório de Igarapava desde a sua implantação.

EFLUENTES

A grande diversidade das atividades industriais dos processos produtivos ocasiona a geração de efluentes, os quais podem poluir e/ou contaminar o solo e a água. Todavia, as diferentes composições físicas, químicas e biológicas, as variações de volumes gerados em relação ao tempo de duração do processo produtivo, a potencialidade de toxicidade e os diversos pontos de geração na mesma unidade de processamento recomendam que os efluentes sejam caracterizados, quantificados e tratados e/ou acondicionados, adequadamente, antes da disposição final no meio ambiente. Como caracterização referente à descrição o efluente líquido gerado no ambiente industrial resume-se no despejo líquido proveniente do estabelecimento, compreendendo basicamente os líquidos gerados do processo industrial. As características físicas, químicas e biológicas do efluente industrial são variáveis com o tipo de indústria, portanto na unidade da usina hidrelétrica de Igarapava os efluentes gerados característicos exclusivamente do processo de geração de energia elétrica somam 09 pontos que serão amostrados através do qual serão coletadas amostras destes efluentes para analises completa dos parâmetros físicos, químicos e biológicos conforme recomendação das normas ambientais, Resolução Nº 357, de 17 de março de 2005, do Conselho Nacional do Meio Ambiente; Capítulo IV - Das condições e padrões de lançamento de efluentes e no Conselho Estadual de Política Ambiental [COPAM]. Deliberação Normativa n° 01/08. De 05 de Maio de 2008.
São executadas duas campanhas semestrais visando a analise dos parâmetros a fim de manter um histórico dos dados obtidos buscando melhorias no sistema ou mesmo um acompanhamento dos parâmetros dos efluentes gerados.

COLETA DE ÁGUA DO EFLUENTE GERADO PARA ANÁLISE EM LABORATÓRIO

ICTIOFAUNA – MONITORAMENTO NO RESERVATÓRIO

O reservatório da UHE Igarapava foi formado em outubro de 1998, no período anterior à implantação da barragem de Igarapava, vários trabalhos foram desenvolvidos como forma de subsidiar as estratégias de conservação e manejo da ictiofauna da região.  Estes contemplaram aspectos descritivos da área, sistemática das espécies, estrutura da comunidade e biologia reprodutiva de algumas espécies. São realizadas quatro campanhas por ano e os principais objetivos para este monitoramento são:

  • Caracterizar a composição da ictiofauna em caráter quantitativo e qualitativo; 
  • Estimar a abundância relativa à riqueza de espécies entre as áreas da coleta;
  • Estimar as produtividades em números e biomassa, através da captura por unidade de esforço, por espécie, tamanho da malha, ponto e período de amostragem; 
  • Avaliar a atividade reprodutiva de espécies de interesse;
  • Avaliar, comparativamente, a ictiofauna amostrada no presente estudo com aquela das primeiras fases do monitoramento.
  • Avaliar a presença de ovos e larvas de peixes nos principais tributários do reservatório de Igarapava.

ICTIOFAUNA – SISTEMA DE TRANSPOSIÇÃO DE PEIXES (STP)

Os mecanismos de transposição para peixes (MTPs) são estruturas ou sistemas que possibilitam a migração da ictiofauna entre as partes de jusante e montante de uma barragem, sendo muito importante, principalmente por permitir a reprodução dos peixes na piracema, que se deslocam em direção às cabeceiras dos rios neste processo. Os STPs, de uma forma geral podem ser escadas para peixes, eclusas, elevadores ou sistemas de captura, transporte e soltura.
A usina hidrelétrica de Igarapava possui um sistema de transposição consistindo em um dispositivo na vertical Slot, e que de acordo com os estudos realizados através dos monitoramentos este dispositivo apresenta alta performance e baixa seletividade, consistindo numa estrutura eficiente de transposição de peixes (Volney, relatórios Igarapava). Este estudo baseia-se em considerando a alta riqueza de espécies, a alta porcentagem de espécies em relação às espécies registradas a jusante da barragem e em toda a área sob influência da UHE Igarapava, a representatividade das espécies migradoras e reofílicas e da ampla gama de tamanhos corporais e hábitos de vida das espécies registradas no interior do STP (Volney, relatórios Igarapava).
Portanto o monitoramento específico para o STP tem como objetivo geral monitorar, em caráter qualitativo e quantitativo, a ictiofauna do reservatório de Igarapava, através da avaliação das alterações espaciais e temporais em sua estrutura, visando oferecer bases para a conservação e manejo.

Como objetivos específicos, o trabalho se propõe:

1) Avaliar, nas escalas temporal e espacial, a estrutura da ictiofauna com relação à composição em espécies, abundância relativa, diversidade, equitabilidade e riqueza absoluta de espécies;
2) Estimar as produtividades em número e biomassa por espécies, pontos e períodos de amostragem e tamanho de malha, através da captura por unidade de esforço (CPUE);
3) Avaliar a atividade reprodutiva das espécies de interesse, dando ênfase às espécies migradoras e reofílicas;
4) Avaliar a estrutura da comunidade de peixes do reservatório em relação aos estudos conduzidos anteriormente.
5) Avaliar a presença de ovos e larvas de peixes nos principais tributários do reservatório de
Igarapava e no Sistema de Transposição de Peixes.

COLETA NO STP E ESTUDO DAS GONADAS DE REPRODUÇÃO

MACRÓFITAS

As macrófitas aquáticas têm atraído à atenção de vários estudiosos devido as suas características, são vegetais terrestres que ao longo do seu processo evolutivo se adaptaram ao ambiente aquático por este motivo apresentam algumas características de vegetais terrestres e uma grande capacidade de adaptação a diferentes tipos de ambientes como conseqüência  torna sua ocorrência muito ampla.
 As macrófitas apresentam grande capacidade de adaptação e grande amplitude ecológica, possibilitando que uma mesma espécie possa colonizar diferentes tipos de ambiente (água doce, salobra e salgada). Para além deste fato, podem suportar longo período de seca, modificando suas estruturas anatômicas, fisiológicas e fenotípicas, devido a sua ampla distribuição as macrófitas podem ser classificadas como:

  •  Emersas: plantas enraizadas no sedimento com folhas acima da lâmina de água, como Echinochloa, Typha, etc.;
  • Flutuantes: plantas que se desenvolvem flutuando livremente no espelho de água, como Limnobium, Lemna, etc;
  • Submersas enraizadas: plantas enraizadas crescendo submersas, como Vallisneria, Nitella, etc;
  • Submersas livre: plantas com raízes pouco desenvolvidas, flutuando submersas em águas tranqüilas, como Utricularia;
  •  Folhas lutuantes: plantas enraizadas com folhas flutuando na lâmina d’água, como Nymphoides, etc.

Os estudos referente ao monitoramento de macrófitas são executados em duas campanhas anuais sendo uma no inverno e outra no verão onde todos os trechos do reservatório de águas mais rasas e lênticas são percorridas de barco, priorizando os locais de entradas de  córregos,  rios,  braços  e  outros  remansos formados no reservatório, onde existem a probabilidade de ocorrência, surgimento e fixação de plantas, fazendo-se o referenciamento geográfico com Sistema Global de Posicionamento (GPS). Em cada ponto serão levantadas as espécies presentes e suas respectivas importâncias relativas definidas pelo critério de densidade de infestação relativa, segundo o padrão:

·   Alta densidade (AD), quando a espécie foi observada em 80% a 100% da área total avaliada;
· Média densidade (MD), quando a espécie foi observada entre 40% e 80% da área;

· Baixa densidade (BD) quando a espécie foi observada em menos que 40% da área;

·   Muito baixa densidade (MBD), quando poucos indivíduos foram observados em todo o espaço avaliado.

Nesta atividade será avaliada a fitomassa, biomassa vegetal além de outros parâmetros limnológicos.
A fitomassa avaliada será efetuada com quadrado de amostragem flutuante de 1,0 m2, sendo toda a biomassa vegetal colhida, acondicionada em sacos plásticos, levada ao laboratório e secada em estufa a 65-70 ºC, até peso constante.
A biomassa seca será avaliada através da balança com precisão de centigramas.
Os exemplares coletados de cada espécie serão herborizados e armazenados em Herbário, excetuando as populações muito comuns.
Juntamente com as macrófitas aquáticas, em cada uma das estações de coleta serão amostrados os parâmetros físicos e químicos. O seguinte monitoramento na área de Macrófitas Aquáticas, seguem-se padrões pré-estabelecidos, de forma que se possa utilizar os dados no presente e também como dados históricos.


Exemplar de Eichhornia azurea

Banco de Bacopa sp

Banco e exsicata de Myriophyllum aquaticum

Exemplar de Nymphaea ampla L

REFLORESTAMENTO CILIAR

Mata ciliar é o termo designado para as matas localizadas ao redor de rios e mananciais e são importantes, pois fornecem alimento aos peixes, pássaros e mantem a estabilidade das margens evitando erosões e carreamento de materiais para o Rio.
 A implantação do Programa de Reflorestamento Ciliar na área em torno do reservatório da UHE Igarapava teve seu início em 1996, e até o momento foram implantados cerca de 376,57 hectares de mata nativa com sucessivas manutenções garantido a estabilidade da floresta implantada
 Desde esta data o programa segue com plantios anuais correspondentes ao período de chuvas e manutenções programadas com duração de três anos o que irá favorecer no sucesso da implantação da mata. As florestas implantadas requerem procedimentos em etapas tais como limpeza do terreno, preparo do solo, plantio de mudas, controle das ervas daninhas e combate às formigas, replantio e irrigação que tem a finalidade de criar um habitat propício para o desenvolvimento das espécies plantadas; sendo que, normalmente as mesmas não conseguem em uma primeira fase o crescimento por si em função do mato, competição, infestação de formigas, invasão de animais entre outros. A técnica utilizada nesse programa é a de sucessão florestal, que consiste na identificação e no plantio das espécies consideradas pioneiras e que têm um crescimento rápido inicial que irá favorecer o crescimento das espécies em estagio clímax, formadoras de florestas.
O Código Florestal - Lei Federal 4.771, de 15/09/65 - define em seu artigo 2º que as florestas e demais formas de vegetação natural serão consideradas de preservação permanente, quando situadas ao longo dos rios, ao redor de lagoas, lagos ou reservatórios de água, naturais ou artificiais.
Para os próximos serão  implantadas novas áreas de plantio seguindo de manutenção garantindo a estabilidade da mata ciliar e a continuidade do programa. 

PLANTIO

ADUBAÇÃO NA ÁREA PLANTADA ROÇADA MECÂNIZADA NA ÁREA JÁ IMPLANTADA GARANTINDO A MANUTENÇÃO

MATAS JÁ IMPLANTADAS

RECUPERAÇÃO DE ENCOSTAS

A estabilização e recuperação das erosões em margens de reservatórios de Usinas Hidrelétricas são os fatores de maior preponderância para a redução da vida útil destes empreendimentos. No entanto, os processos erosivos decorrentes da ação hídrica por embate de ondas apresentam diversos complicadores para sua estabilização e recuperação. A força atrativa das ondas impede o desenvolvimento da vegetação e requer grande quantidade de materiais para estabilização de margens.

 Dentre as técnicas de bioengenharia de solos com grande potencial de utilização nas condições brasileiras, pode-se destacar:
- PRCE's - Produtos em Rolo para Controle de Erosão: Estes materiais podem ser elaborados a partir de materiais como juta, sisal, capim, bambu, aço ou polímeros orgânicos e sintéticos, em combinação ou isoladamente. Elas proporcionam o ancoramento para os insumos da revegetação; o reforçamento mecânico da camada superficial do solo e a melhoria das condições de crescimento da vegetação, dentre outros fatores que contribuem para a estabilização de margens de corpos d'água.   Apresenta como vantagem o baixo custo e como desvantagem a sua restrição de uso a locais com baixo impacto de ondas.
- Sistemas de confinamento celular: Compõe-se de células de polímeros sintéticos, de blocos de concreto pré-moldado ou de outros materiais rígidos e semi-rígidos que compõe um sistema de confinamento celular por alvéolos ou por placas perfuradas, fixado na margem do corpo d'água por estacas de metal. As células são então preenchidas por solo fértil e sementes, formando um conjunto misto de concreto e vegetação que dependerá de características do bloco como: formato, espessura, tipo e índice de abertura. Este sistema é mais utilizado para proteção de margens de rios com alta velocidade de escoamento e taludes instáveis onde o sistema de confinamento possa apoiar-se em camadas inferiores de solo com maior consolidação.
Apresenta como desvantagens o alto custo e este material apresenta poucos modelos para uso em proteção de taludes, predominando blocos para utilização em situações de topografia plana e semiplana.
- Tapetes de ramos vivos: a técnica consiste na formação de camadas de aterro entremeadas espécies arbustivas.  A utilização do tapete em técnicas de bem de ramos vivos pode ser conjugada com enrocamento de rochas, barreiras de palha, biotocos, gabiões saco, manta e caixa, dentre outros.
- Feixes de ramos vivos: Compostos de ramos com capacidade de enraizamento, estacas de madeira ou bambu e arame, são extremamente eficazes para a proteção de laterais e do topo de processos de ravinamento.  São executadas efetuando-se o preenchimento de sulcos erosivos de até 3m de profundidade (inclusive aqueles sujeitos a insurgência de água intermitente).
 
- Paliçadas de estacas vivas: São executadas de maneira idêntica a paliçadas de madeira para o controle de ravinamentos. Requerem a ocorrência de condições climáticas favoráveis ao enraizamento de estacas. Solos drenados, siltosos e de textura fina são particularmente adequados para utilização deste material.  Apresentam função de barreira retentora de sedimento, estabilizando o processo erosivo por ocasião de sua execução. Quando ocorre o enraizamento, a ação protetora desta bioestrutura é maximizada pelo aumento da coesão do solo promovido pelas raízes. Entretanto, a altura máxima desta estrutura restringe-se a 4 metros.
- Leiras de ramos vivos: Utilizadas no controle de erosões de margens de leitos de processos erosivos lineares e retenção de sedimentos. São compostas por camadas ou trechos com ramagens vivas com capacidade de enraizamento entremeadas com pedras, feixes de ramos, estacas de árvores com capacidade de enraizamento, armações em madeira, gabiões caixa, saco e manta, geotêxteis (naturais e sintéticos). Apresentam faixa de custos entre insignificantes e altos, dependo da estrutura inerte a ser utilizada em combinação com os feixes de ramagem. Como desvantagem podem-se citar limitações estacionais e biológicas.
- Barreiras vivas com armações em madeira: Armações de madeira são estruturas semelhantes a caixas em paredes simples ou duplas fabricadas em madeira ou seções de concreto pré-moldado, preenchidas com solo drenante. Para aumentar a estabilidade e eficiência destas estruturas, material vegetal com capacidade de enraizamento de arbustos e árvores de pequeno porte pode ser entremeada nos interstícios destas estruturas.
- Gabiões e enrocamento com rochas: Estruturas custo variável e limitações técnicas de execução quando comparadas a outras estruturas biotécnicas (disponibilidade de transporte do material). Podem apresentar-se preenchidas com ramos, estacas, herbáceas, trepadeiras e arbóreas que facilitam a drenagem do subsolo através de processos ativos (transpiração) e passivos (percolação da água do solo pelas raízes e caules) aumentando a estabilidade de taludes.

SISMOLOGIA

O estudo da Sismologia na avaliação dos diversos movimentos que ocorrem na superfície do globo terrestre buscando reconhecer e determinar em que circunstâncias ocorrem os sismos naturais assim como suas causas e distribuição sobre o globo terrestre, a fim de prevê-los em tempo e espaço sendo o único método geofísico adequado para estudar as profundezas da terra.
O trabalho de análise dos estudos sismológicos da usina hidrelétrica de Igarapava segue através dos dados que são executados por especialistas do Observatório Sismológico da Universidade de Brasília – UnB com envio de relatórios trimestrais contendo a análise geral dos dados da estação e a análise detalhada de eventos excepcionais.
Os dados são fornecidos através de uma estação sismológica implantada na região da cidade de Conquista em Minas Gerais.

BATIMETRIA

O estudo da batimetria  é a medição da profundidade dos oceanos, lagos e rios e é expressa cartograficamente por curvas batimétricas que unem pontos da mesma profundidade com eqüidistâncias verticais, à semelhança das curvas de nível topográfico.
E um estudo importante no caso de reservatório para usinas hidrelétricas, pois faz um acompanhamento da profundidade do rio barrado pela construção da usina. Com o decorrer dos anos o rio que antes era em lótico (água corrente) passa então para um ambiente lêntico (formação do lago). Este estudo da à noção exata da profundidade do então reservatório, distância entre as margens, cota de alagação do reservatório. Os estudos contemplados seguem a metodologia adequada conforme ultima tecnologia a fim de obter dados precisos.

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