UHE Igarapava
Estrutura Institucional

Em julho/94 constitui-se o Consórcio da Usina Hidrelétrica de Igarapava, que representou uma iniciativa inédita no Brasil. Em maio/95, através do Decreto nº 1.492, o Executivo Federal formalizou a transferência da concessão às empresas formadoras do Consórcio, o que permitiu o início das obras de implantação da usina em outubro/95. Entre vários eventos do processo de licenciamento ambiental que o Consórcio atendeu, foi concedida pelo IBAMA/Distrito Federal, a Licença de Operação - L.O. nº 25/98, em 05/NOV/1998, permitindo a formação e a operação do reservatório da Usina Hidrelétrica de Igarapava.

A implantação da Usina Hidrelétrica de Igarapava foi cercada de um programa ambiental, englobando ações relativas aos meios físico, biótico e sócioeconômico. Dentro do elenco dessas ações destacam-se as condicionantes ambientais na área de influência do lago de Igarapava e o inédito mecanismo de transposição para peixes permitindo a reprodução de espécies no Rio Grande durante o período da Piracema.

Ações Relativas ao Meio Ambiente:

Meio Físico:
- Programa de Limpeza da área do reservatório.
- Programa de Controle de Processos Erosivos.
- Projeto de Reabilitação de Áreas de Empréstimos e Jazidas.
- Programa de monitoramento Sismológico, em convênio com a Universidade de Brasília - UNB.

Meio Biótico:
- Projeto de Monitoramento Limnológico.
- Programa de Monitoramento da Fauna e Flora.
- Programa de Salvamento do Germoplasma.
- Projeto de Reflorestamento Ciliar.
- Projeto de Resgate da Fauna.
- Projeto de Monitoramento das Águas Superficiais e Subterrâneas.
- Projeto de Monitoramento da Ictiofauna do reservatório.
- Projeto de Monitoramento de Macrófitas Aquáticas.

Meio Sócioeconômico:
- Projeto de Salvamento Arqueológico.
- Programa de Educação Ambiental.
- Plano Diretor e Código do Reservatório em parceria com os Municípios de Igarapava, Conquista, Sacramento e Rifaina.

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